BRASIL, SAO PAULO, Sudeste, SAO PAULO, SANTA CECILIA,Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Sexo, Sexo, ...muuuiiiitooo sexo!!!!!!!,MSN - punkisnotdead_86@hotmail.com
Amanda - Labios Calados
BRASIL, SAO PAULO, Sudeste, SAO PAULO, JARDIM LIBANO,Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Gastronomia, Arte e cultura, ...aguentar esse chato do Drudi!!,MSN - amandavisone@hotmail.com
Thiago - Halls
BRASIL, SAO PAULO, Sudeste, SAO PAULO, FREGUESIA DO O,Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, French, Arte e cultura, Música, durmi conta?,MSN - dkhalls@hotmail.com
Tulio - a.k.a. Joker
BRASIL, SAO PAULO, Sudeste, SAO PAULO, PARQUE SAO DOMINGOS,Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Bebidas e vinhos, Livros, Paixão,
Não é interessante a Bovespa atingir sua máxima!!!
Estive analisando esses tempos o porquê da valorização tão rápida da Bovespa e notei alguns pontos:
1) Há um enorme volume de capital estrangeiro investido no país, o que explica a valorização da bolsa;
2) Desde a recuperação brasileira depois da crise, o volume de investimento das instituições financeiras ainda está tímido em comparação a antes da crise;
3) Os altos investidores Pessoa Física ainda não voltaram para bolsa desde a crise;
4) O Real continua valorizado no mercado FOREX.
Tomando essas premissas, deduzo o seguinte: Enquanto o investimento estrangeiro continuar forte no Brasil, o Real vai permanecer valorizado (demanda e oferta), portanto, os estrangeiro lucram de duas formas: primeiro na valorização da bolsa interna, segundo pela valorização da nossa moeda. Se a bolsa atingir o pico e começar a cair, o investimento estrangeiro só vai se manter se o real continuar se valorizando de forma que valha a pena mesmo com a queda da bolsa, mas se a bolsa continuar caindo e a comparação da queda com a valorização da moeda for desinteressante, então os investidores vão sair, a bolsa vai cair e a moeda vai se desvalorizar. ONDE ESTÃO OS INVESTIDORES INTERNOS POR OSÉQUIO??????!!!!! rs... Por acaso os senhores estão esperando a moeda desvalorizar e a bolsa cair para começar a investir no país?! E se o país não se recuperar da saída dos investidores estrangeiros? VAMOS TER QUE ALUGAR O BRASIL PRA SEMPRE???!!! O RAULZITO ESTAVA TÃO CERTO ASSIM???? Por favor, furem essa bolha e deixem o pus secar antes que essa merda estoure !!! Não estamos mais nos anos 80 !!! Injetem seus investimentos para solidificar essa bolha que AINDA não está inflamada!!!! Este é o pedido de um filho da década perdida que não quer ver seu país doente novamente!!!
Eu travo quando saio com uma mulher bonita... não consegui ainda encontrar uma explicação. Eu simplesmente não consigo encontrar assunto ou continuar um assunto iniciado. É pior que timidez... é estranho! É a segunda vez que sinto isso: por algum motivo eu quero muito conversar com uma mulher e n-ã-o c-o-n-s-i-g-o fluir a conversa. O que quero falar não sai... fica acorrentado na minha garganta. Mas dessa vez foi diferente. Não comecei a suar frio ou a tremer (talvez um pouco) ou a sentir como se meu estômago tivesse vida própria, não. Dessa vez mantive-me inexplicavelmente calmo! Mas me sentia como um réu num tribunal, querendo sair dalí e sumir do mapa. Ao mesmo tempo queria ficar e tentar relaxar e ver se sairia algo produtivo daquilo tudo. Ela foi atenciosa, tentou quebrar o gelo, tentou puxar assunto (MUITAS vezes), tentou me ajudar a entender e até cedeu a fazer o que não tinha a mínima vontade de fazer (não pensem merda...), ainda assim, como da outra vez que aconteceu, fui péssima companhia. Senti-me intimidado por algum motivo, desconfortável, inseguro, incomodado... e só o que queria era curtir a noite e ser agradável. Obrigado por querer sair para comemorar comigo e ser tão paciente, até esqueci de agradecer no final. Vim no caminho buscando entender por que agi daquela forma... mas creio que já não importe mais. Certas coisas não podemos explicar, só sentir. Da primeira vez que aconteceu, me apaixonei imensamente pela mulher. Senti por ela um amor inexplicável por dois anos e que me deixaram marcas profundas. Dessa vez foi diferente. Sabe quando você é criança, na 5ª série e se apaixona pela primeira vez? Você sonha com a menina e começa a ler poemas e a escrever cartas e você é "o nerd esquisito" da sala. Lógico que será rejeitado... na verdade você nem espera que um dia vai sair com ela ou sequer tocar na mão dela. Os anos passam e você um dia a encontra, tão linda como antes ou mais, não, diferente! Mas ainda a vê de forma platônica, e não consegue mudar, e dá-se todo o "des-encontro". Ao final, você será apenas um cara estranhamente tímido que de uma certa forma fez parte da infância dela e que ela nem ao menos se lembra - o que lhe magoa demais, pois pra você tem um significado imenso - e que ela irá contar às amigas entre um assunto sem importância e outro: falar de você causará algumas risadas e onomatopéias, tão somente.
E chegará a segunda-feira e poderei ser feliz devolta à minha rotina de trabalhar e estudar...
HOJE TIVE UMA SURPRESA MUITO LEGAL QUANDO A AMANDA VISONE (ESTA QUE ESTÁ NO PERFIL E NÃO TEM MAIS PUBLICADO AQUI, NÉ, INGRATA! RS...) ME CONTOU QUE UMA CARTA MINHA FOI PUBLICADA NO JORNAL DE DISTRIBUIÇÃO GRATUÍTA EM SÃO PAULO "METRO".
SEGUE ABAIXO O E-MAIL QUE ENVIEI E A MATÉRIA PUBLICADA.
"From: pedrodrudi@hotmail.com To: cartas@metrojornal.com.br Subject: HIPOCRISIA!!!! "Escola estadual obriga a varrer chão" Date: Wed, 4 Nov 2009 13:13:47 -0200
.ExternalClass .ecxhmmessage P {padding:0px;} .ExternalClass body.ecxhmmessage {font-size:10pt;font-family:Verdana;} Boa tarde,
A respeito da matéria "ESCOLA ESTADUAL OBRIGA ALUNOS A VARRER CHÃO", acho uma tremenda hipocrisia dos pais e estudantes que denunciaram a escola. Esta prática é adotada em todas as escolas públicas no Japão e países desenvolvidos. É preciso que a criança aprenda desde cedo a noção de responsabilidade, organização e limpeza. O ensino no Brasil está decadente justamente por causa de pais que não tem essa noção de educação e "deseducam" os filhos com posições permissivas de criação. Acho que a prática adotada deveria ser muito elogiada e estudada, assim quem sabe não diminuímos o número de jovens infratores e usuários de drogas. Não há mais respeito pelos professores e pelas educação em geral, e quando alguém se propõe a corrigir esse descaso sofre com o preconceito de maus profissionais que criam intrigas e se opõem por puro comodismo. Para os pais que sejam contra os métodos educacionais adotados pela escola, fica válido o velho ditado: "OS INCOMODADOS QUE SE MUDEM" !!!!!!!
MAIS UM PROJETO... SERÁ QUE CONSIGO TERMINAR ALGUM ANTES DE ENVELHECER???????
A ESCOLA DO FUTURO
RESUMO
A escola do futuro não será definida pela tecnologia ou pelo modo auto-didata de se aprender, a nova escola será uma empresa onde os alunos pagam seus estudos pondo em prática as teorias como prestadores de serviços. Sua nota é a avaliação do cliente/paciente/consumidor pelo resultado do produto ou serviço. Dessa forma, o ensino poderia ser muito mais abrangente e definiria melhor quais especializações cada um iria seguir. Nem o governo nem a iniciativa privada arcariam com os custos, este seria bancado pelo próprio empenho dos alunos.
O INÍCIO DA VIDA ESCOLAR
No futuro, todas as mulheres terão algum tipo de trabalho, o conceito de dona de casa será modificado. Considerando que os adultos do futuro serão criados com o senso japonês do 5S, diaristas e empregadas domésticas também cairão em desuso, poderá haver vez ou outra algum tipo de prestador de serviço na área de administração doméstica, mas será algo mais voltado à consultoria do que à execução do trabalho propriamente dito. As mães que optarem por passar mais tempo com os filhos, adotarão algum trabalho do tipo home-office, assim como os pais. Portanto, as crianças iniciarão cedo a vida escolar. O sistema de avaliação das escolas infantis será baseado em disputas de demonstração de conhecimento ou exposições de trabalhos. Utilizando a integração multidisciplinar, os professores auxiliarão as crianças a desenvolver projetos que serão vendidos a galerias de arte, ou no acúmulo de conhecimentos voltados para competição, estas competições serão transmitidas nos meios de comunicação. A diferenciação de escola pública ou particular será diluída, pois os gastos de manutenção e o pagamento dos professores será custeado pela venda das obras realizadas ou pela cobrança de ingresso nas apresentações/exposições realizadas e pelo patrocínio dos comerciais nos intervalos das exibições dos torneios e campeonatos. Os professores terão formação básica em psicologia e filosofia além das matérias de suas especializações.
O maior valor, o melhor lastro do mundo são as pessoas! A felicidade e a satisfação das pessoas. Dinheiro é só uma ferramenta de troca. Se parafusos virassem base para lastro de moeda, eles deixariam de ser parafusos e as pessoas se esqueceriam do porquê de sua invenção, de sua origem. Para mim, o investimento mais bem aplicado é aquele que favorece o maior número de pessoas e de forma sustentável. O maior investimento é aquele feito nas pessoas, principalmente que inspire nelas esse mesmo sentimento. Acabou-se o tempo de conflitos de modelo econômico e hostilidade no mercado global que impediam a globalização. O capitalismo mostrou-se o meio mais democrático de economia, e a ambição torna-se uma virtude quando seu intuito tem fins de desenvolvimento universal.
Tomando esse “lastro humanitário” como base, o conhecido “Terceiro Setor” (constituído pelas popularmente chamadas Organizações Não Governamentais) seria o maior fator de avaliação para decisões de investimento.
A rentabilidade de ações de empresas que possuam projetos de sustentabilidade (entenda sustentabilidade como “benefício a todos” e não “filantropia”) pode ser demonstrada com cálculos de Teoria dos Jogos, mais especificamente, Equilíbrio de Nash, ilustrando os resultados de ambições não-egoístas comparados aos resultados de opções gananciosas. Papéis de empresas (ações, cartas de crédito, etc.) que visem uma “razão social” valem mais no mercado do que papéis que mostrem apenas empresas com “bom balanço patrimonial”.
Outra forma de investimento é aquela que visa realizar ambições inovadoras, idéias arrojadas que podem ter resultados que seriam dificilmente conquistados de forma usual.
A recente crise econômica enfrentada demonstra claramente a falta de responsabilidade de alguns investidores que visam apenas lucro, com uma idéia limitada de “aumentar suas contas bancárias” e adquirir luxos, esquecendo-se da influência de seus atos e do impacto causado na sociedade e na economia em geral. Há que se entender que fortunas acumuladas são fruto de empenho, dedicação e trabalho de pessoas que confiaram o valor de suas conquistas a quem pudesse utilizá-lo para fins benéficos que demonstrem resultado. Esse resultado é fruto, também, de empenho, dedicação e trabalho de pessoas que receberam o investimento como incentivo na ampliação de suas conquistas.
O lastro (valor, dinheiro, moeda) acumulado do trabalho de alguém é resultado da integração deste com o trabalho de outros, portanto, quando este lastro acumulado excede à necessidade de quem o acumulou, este o disponibiliza a outros que estejam momentaneamente gerando mais resultados do que a capacidade de quem acumulou.
Parte deste mesmo princípio a base de sobrevivência (ou vivência) de sociedades não-complexas como os índios, que reúnem a caça/pesca/colheita de todos (inclusive dos que tem mais capacidade de conseguir alimento) para que a comunidade inteira possa se alimentar, e o excedente (depois de todos já fartos) é consumido em festas onde são chamadas comunidades amigas para usufruir em comunhão.
Cenário Atual de Investimento
Atualmente, o Brasil busca reforçar os laços mercadológicos com os outros países. Isso foi possível com as alterações nas práticas cambiais e com a abertura do comércio exterior. Para tanto, a forma como os investidores internos negociam moeda estrangeira foi modificada ao longo do tempo. A análise desse novo mercado cambial não se fundamenta mais em “quanto a moeda estrangeira está valendo” e passa a “qual a preocupação atual do BACEN referente à balança comercial”. O valor da moeda estrangeira não é mais flutuante por causa do mercado externo e sim pelo controle das taxas cambiais e do fluxo de moeda que alteram seu preço de acordo com as pretensões da economia nacional (aumento do PIB). Essa volatilidade controlada torna mais seguro o uso de derivativos cambiais, bastando o investidor estar a par do cenário mercadológico da aplicação, e acompanhando todo o processo que for se desenvolvendo, para uma eventual necessidade de alternativa que se possa recorrer para evitar “bolhas e rombos” econômicos que trazem prejuízo e afetam a economia.
Esse investimento poderia ser feito em camadas, onde a base seria de aplicações de baixo risco com um maior montante, que asseguraria uma estabilidade que permitisse o uso do restante das aplicações em investimentos de risco inversamente proporcional à quantidade aplicada (quanto maior o risco menor o investimento) a cada camada. Essas camadas seriam flexíveis de acordo com o histórico de risco demonstrado por cada modelo de investimento, transitando entre as opções prioritárias e as esporádicas.
O procedimento gerará rendimentos na movimentação do montante entre a empresa localizada no território nacional e uma off-shore. O fechamento do câmbio para envio da remessa à off-shore será feito quando a moeda estrangeira utilizada estiver desvalorizada para que o custo desse fechamento de câmbio seja menor. Uma vez estando o valor em posse da empresa localizada no exterior, uma parte é aplicada em algum fundo de investimento e a outra parte mantida para retornar quando a moeda estrangeira estiver valorizada, para que o montante retorne com lucro. Havendo uma desvalorização prolongada da moeda negociada, esta poderá ser substituída por outras com melhor previsão de rendimentos, com base em análise do FOREX. A moeda, então na off shore, compraria outras moedas que estivessem se valorizando frente ao real e desvalorizando frente à moeda anteriormente comprada, seguindo o mesmo modelo de pirâmide em camadas alternáveis anteriormente citado.
Projeções Futuras em Larga Escala
Para aumentar o turismo e a entrada de capital estrangeiro no país, poderia haver investimentos na construção habitacional no nordeste brasileiro, e aos poucos, conduzir as grandes empresas para esses locais por meio de lobby referente a facilidades tributárias. Esse procedimento provocaria um “êxodo urbano”, esvaziando as grandes cidades e incentivando a vinda de profissionais estrangeiros para residirem no país, trazendo capital e tecnologia. Poderia ser adotado o foco de trazer imigrantes de outros países em desenvolvimento (principalmente membros do BRIC) que veriam o Brasil como terra de oportunidades e com boa, ou melhor, infra-estrutura nas regiões metropolitanas. A migração das grandes empresas e seus funcionários para as regiões menos desenvolvidas aumentaria o investimento nessas regiões, e a ocupação das regiões metropolitanas por estrangeiros melhoraria a organização e o respeito às leis, seguindo a máxima: “na casa dos outros devo mostrar respeito”. Segundo a História do Brasil, os períodos que tiveram maior desenvolvimento foram aqueles em que o país abriu suas portas. Famílias com grande poder aquisitivo fundaram – ou trouxeram – grandes empresas, por exemplo, a família Matarazzo. No entanto, famílias com menor poder aquisitivo ou de localidades menos desenvolvidas aceitariam mais facilmente as condições atuais de desenvolvimento do país. Com a vinda de imigrantes para o país, a moeda nacional seria valorizada, baixando os preços das moedas estrangeiras. Nesse momento, o aumento das importações melhoraria a tecnologia brasileira e a qualidade dos produtos exportados. A possível fuga de capital seria compensada com a vinda dos imigrantes que trariam moeda estrangeira. Poderia, ainda, haver uma imigração brasileira aos países do MERCOSUL onde as grandes empresas nacionais poderiam se expandir.
Acabei de cometer um erro... não deveria ter ouvido essa música novamente... ou deveria?
Se eu não havia apagado foi porque eu sabia que um momento como esse iria chegar... como sempre, armei minha própria arapuca.
(Minha princesa, por favor não repare no que vou escrever daqui em diante. Se quiser ler fique à vontade, também não quero esconder meus sentimentos e pensamentos de você, mas agora é um desabafo pessoal que não quero que te preocupe.)
Achei que simplesmente apagá-la da minha vida iria resolver tudo, mas mesmo a laser, uma tatuagem deixa cicatriz...
Me sinto tão feliz agora, tudo dando certo, as coisas caminhando bem, a loja, a faculdade, amar novamente, saber que a Celina está curada totalmente... mas agora fui ouvir essa música como se fosse qualquer música... e fiquei assim. Não estou triste exatamente, nem insatisfeito, não chega a ser uma angústia, mas... acho que saudade. Como sinto saudade do meu pai, dos meus avós, dos meus tios, da minha irmã... Nenhum sentimento morre: se transforma. E mesmo a raiva pode ser só uma revolta e o desprezo um desdém...
Espero que as coisas estejam tão bem pra você como pra mim, espero que esteja tão feliz quanto, que esteja realizada como eu estou, que não se sinta mais tão insegura como era, que acorde com um sorriso e que durma tranquíla e satisfeita, que alguém te faça feliz como eu não pude e que aprenda a aceitar essa pessoa como não soube me aceitar. Não quero que tome caminhos errados ou esteja com pessoas que te desviem do seu caminho. Não quero te imaginar chorando ou deprimida ou descontente (aliás, sempre pareceu muito difícil te manter contente) ou temerosa. Só desejo seu bem e nunca foi diferente... só não podíamos continuar nos fazendo mal... eu fiz de propósito, induzi o momento, eu queria parar de qualquer jeito, não estava como eu queria... você sabe como "as coisas tem que ser sempre do meu jeito"... sim: "menino mimado!", parece até que estou te ouvindo falar isso, rs... mas você também não gostava de dar o braço a torcer e admitir quando eu tinha razão, enfim, "passado o passado, acho que eu mesmo esqueci o tom"... "saber seguir em frente seja lá qual direção, eu sei".
"... a gente segue a direção que o nosso próprio coração mandar..."
A dissertação a seguir é o início de um estudo do funcionamento do mercado de investimentos baseado em derivativos cambiais a ser apresentado como projeto de curadoria de finança familiar para seleção de candidato a estágio. Será dividida em duas partes, a primeira explicando os princípios de investimento e sua importância para sociedade e para economia num âmbito geral, e a segunda tratará da base de funcionamento do investimento propriamente dito.
Do Valor de Investimento
O maior valor, o melhor lastro do mundo são as pessoas! A felicidade e a satisfação das pessoas. Dinheiro é só uma ferramenta de troca. Se parafusos virassem base para lastro de moeda, eles deixariam de ser parafusos e as pessoas se esqueceriam do porquê de sua invenção, de sua origem. Para mim, o investimento mais bem aplicado é aquele que favorece o maior número de pessoas e de forma sustentável. O maior investimento é aquele feito nas pessoas, principalmente que inspire nelas esse mesmo sentimento. Acabou-se o tempo de conflitos de modelo econômico e hostilidade no mercado global que impediam a globalização. O capitalismo mostrou-se o meio mais democrático de economia, e a ambição torna-se uma virtude quando seu intuito tem fins de desenvolvimento universal.
Tomando esse “lastro humanitário” como base, o conhecido “Terceiro Setor” (constituído pelas popularmente chamadas Organizações Não Governamentais) seria o maior fator de avaliação para decisões de investimento.
A rentabilidade de ações de empresas que possuam projetos de sustentabilidade (entenda sustentabilidade como “benefício a todos” e não “filantropia”) pode ser demonstrada com cálculos de Teoria dos Jogos, mais especificamente, Equilíbrio de Nash, ilustrando os resultados de ambições não-egoístas comparados aos resultados de opções gananciosas. Papéis de empresas (ações, cartas de crédito, etc.) que visem uma “razão social” valem mais no mercado do que papéis que mostrem apenas empresas com “bom balanço patrimonial”.
Outra forma de investimento é aquela que visa realizar ambições inovadoras, idéias arrojadas que podem ter resultados que seriam dificilmente conquistados de forma usual.
A recente crise econômica enfrentada demonstra claramente a falta de responsabilidade de alguns investidores que visam apenas lucro, com uma idéia limitada de “aumentar suas contas bancárias” e adquirir luxos, esquecendo-se da influência de seus atos e do impacto causado na sociedade e na economia em geral. Há que se entender que fortunas acumuladas são fruto de empenho, dedicação e trabalho de pessoas que confiaram o valor de suas conquistas a quem pudesse utilizá-lo para fins benéficos que demonstrem resultado. Esse resultado é fruto, também, de empenho, dedicação e trabalho de pessoas que receberam o investimento como incentivo na ampliação de suas conquistas.
O lastro (valor, dinheiro, moeda) acumulado do trabalho de alguém é resultado da integração deste com o trabalho de outros, portanto, quando este lastro acumulado excede à necessidade de quem o acumulou, este o disponibiliza a outros que estejam momentaneamente gerando mais resultados do que a capacidade de quem acumulou.
Parte deste mesmo princípio a base de sobrevivência (ou vivência) de sociedades não-complexas como os índios, que reúnem a caça/pesca/colheita de todos (inclusive dos que tem mais capacidade de conseguir alimento) para que a comunidade inteira possa se alimentar, e o excedente (depois de todos já fartos) é consumido em festas onde são chamadas comunidades amigas para usufruir em comunhão.
Cenário Atual de Investimento
Atualmente, o Brasil busca reforçar os laços mercadológicos com os outros países. Isso foi possível com as alterações nas práticas cambiais e com a abertura do comércio exterior. Para tanto, a forma como os investidores internos negociam moeda estrangeira foi modificada ao longo do tempo. A análise desse novo mercado cambial não se fundamenta mais em “quanto a moeda estrangeira está valendo” e passa a “qual a preocupação atual do BACEN referente à balança comercial”. O valor da moeda estrangeira não é mais flutuante por causa do mercado externo e sim pelo controle das taxas cambiais e do fluxo de moeda que alteram seu preço de acordo com as pretensões da economia nacional (aumento do PIB). Essa volatilidade controlada torna mais seguro o uso de derivativos cambiais, bastando o investidor estar a par do cenário mercadológico da aplicação, e acompanhando todo o processo que for se desenvolvendo, para uma eventual necessidade de alternativa que se possa recorrer para evitar “bolhas e rombos” econômicos que trazem prejuízo e afetam a economia.
Esse investimento poderia ser feito em camadas, onde a base seria de aplicações de baixo risco com um maior montante, que asseguraria uma estabilidade que permitisse o uso do restante das aplicações em investimentos de risco inversamente proporcional à quantidade aplicada (quanto maior o risco menor o investimento) a cada camada. Essas camadas seriam flexíveis de acordo com o histórico de risco demonstrado por cada modelo de investimento, transitando entre as opções prioritárias e as esporádicas.
O procedimento gerará rendimentos na movimentação do montante entre a empresa localizada no território nacional e uma off-shore. O fechamento do câmbio para envio da remessa à off-shore será feito quando a moeda estrangeira utilizada estiver desvalorizada para que o custo desse fechamento de câmbio seja menor. Uma vez estando o valor em posse da empresa localizada no exterior, uma parte é aplicada em algum fundo de investimento e a outra parte mantida para retornar quando a moeda estrangeira estiver valorizada para que o montante retorne com lucro.
Os 74 anos de Plínio Marcos de Barros e os 10 anos sem ele
“O homem é o único animal que não aprende nada sem ser ensinado: não sabe falar, nem caminhar, nem comer, enfim, não sabe fazer nada no estado natural, a não ser chorar.”Plínio Marcos
O Ator e Dramaturgo Plínio Marcos de Barros completaria em 29 de setembro de 2009, seus 74 anos de idade, pois faleceu em 19 de novembro de 1999 por falência múltipla dos órgãos em decorrência de um derrame.
Tendo em vista uma data comemorativa, nós do jornal trazemos a todos um pouco da história deste dramaturgo, que hoje é considerado um dos gênios da dramaturgia brasileira.
Plínio Marcos de Barros nasceu em 29 de setembro de 1935, e como todo libriano ele tinha um senso de justiça... muito embora seja um senso próprio de justiça.
Plínio Marcos estudou no Grupo Escolar Dona Lourdes Ortiz, apesar da genialidade em seus textos, ele odiava a escola e levou 10 anos para sair do primário, e depois decidiu que não continuaria a estudar; Plínio Marcos sempre usava a desculpa de que não havia se dado bem pelo fato dele ser canhoto e obrigarem ele a escrever com a mão direita.
“A gente veio de origem mais ou menos humilde, mas minha infância foi muito feliz, pelo menos foi muito despreocupada. Morava numa vila de pequenos bancários – na Rua das Antigas Laranjeiras - e foi nessa vila que me criei. A única dificuldade que eu tinha era exatamente o colégio. Eu não suportava a escola. [Grupo Escolar Dona Lourdes Ortiz] Levei quase dez anos para sair do primário. E quando saí já não dava mais para continuar estudando.”
Virou funileiro por influência de seu pai que queria que ele trabalhasse de qualquer jeito, Plínio sempre quis jogar futebol, serviu a aeronáutica e chegou a jogar pelo time Portuguesa Santista.
“Meu pai tentou me enfiar em todas as profissões possíveis. Ele dizia que, se eu tivesse uma profissão, sempre iria sobreviver.” "Então meu pai me botou de aprendiz de encanador. E eu acabei ficando funileiro. A minha profissão mesmo é funileiro - é o que consta no meu certificado de reservista."
O pai de Plínio era espírita, e como tal, colocou seu filho para vender livros em uma banca de jornal em uma das praças de Santos. Entre suas múltiplas atividades, inclui-se ainda, a de estivador no cais do porto de Santos.
Em 1958 Plínio por forte influência da escritora e jornalista Pagu [Patrícia Galvão], acabou se envolvendo no teatro amador de Santos. Onde descobriu o dom da escrita que tinha, escrevendo Barrela baseado na história real de um jovem que teve problemas na cadeia. Usando uma linguagem muito crua, a peça permaneceu proibida por um bom tempo, um pouco mais de vinte anos.
Plínio Marcos começou sua carreira como palhaço, mas como grande garanhão que era, se envolveu no circo por influência de uma moça como ele mesmo diz.
“Eu queria namorar uma moça do circo, que conheci quando o cantor do nosso bairro foi cantar no circo. O pai dela só deixava ela namorar gente do circo. Então eu entrei para o circo. Achei que era mais engraçado do que o palhaço e que eu devia ser palhaço.”“Eu tinha o apelido de Frajola, não porque andasse bem vestido, mas porque tinha saído uma revista em quadrinhos, Mindinho, com um gato chamado Frajola, que sempre queria pegar um passarinho – e eu fui preso roubando um passarinho numa casa, na ocasião em que saiu a revista.”
Frajola, assim ficou sendo seu nome de palhaço onde acabou se integrando cada vez mais no circo, atuava na área desde os 16 anos, mas se fixou depois dos 19 quando saiu do quartel, assim ele conseguiu oportunidade de trabalhar em todos os circos, no circo Cigano, no Circo de Pingolô e da Ricardina no Circo Toledo, Circo Rubi, da Aurora Viana e do Carvalhinho.
Plínio Marcos teve seus primeiros trabalhos no Pavilhão-Teatro Liberdade, que ficou durante 5 anos em Santos, dando espetáculos todas as noites, este pavilhão era dividido em duas partes, a dos shows onde os artistas circenses faziam seus números com palhaços e afins e na segunda parte existia sempre a apresentação de uma peça onde Plínio Marcos sempre fazia pequenas participações, mas nunca chegou a fazer um grande papel de destaque.
Depois de se tornar um palhaço conceituado em Santos, se apresentando na TV-5 e alcançando a popularidade sendo apresentado nos shows como “O cômico mais querido da cidade” ou “O cômico da televisão”, Plínio resolve vir para São Paulo em 1960 e inicia uma carreira de camelô. "Em 1958, “a Patrícia Galvão, a Pagu, estava precisando de um cara pra substituir um ator de uma peça infantil que ela estava fazendo [Pluft, o Fantasminha] e que tinha que ser feita no dia seguinte. Me convidaram e eu fui. E lá fiquei conhecendo essa mulher maravilhosa.” “Ficamos amigos de infância.” “... quando encontrei a Pagu, conheci um grupo de intelectuais raríssimo. E recebi uma forte influência desse grupo.” “Todos os domingos a Pagu fazia o Geraldo Ferraz [seu marido] ler uma peça pra nós. Peças como Esperando Godot.” “A gente ficava ouvindo a Pagu falar e aquilo nos despertava para ler, para estudar.”
Plínio quando começou em São Paulo vendia coisas de contrabando, adquiria produtos de Santos como cigarros americanos, rádio de pilha e ate mesmo álbum de figurinhas, depois de muito tempo acabou conhecendo o Teatro Arena onde conseguiu se envolver e entrar na companhia Jane Hegenberg, no lugar de Milton Bacarelli, conseguiu ser indicado para um teste na companhia da Cacilda Becker, foi aprovado e conseguiu concretizar o que foi chamado de seu "maior desastre", porém conseguiu estabelecer uma grande relação de amizade com Cacilda Becker.
A partir de 1963, produziu textos para a TV de Vanguarda, programa da TV Tupi, onde também atuou como técnico. No ano do golpe militar, fez o roteiro do espetáculo Nossa gente, nossa música. Em 1965, conseguiu encenar Reportagem de um tempo mau, colagem de textos de vários autores, e que ficou apenas um dia em cartaz.
Em 1968 atuou na telenovela Beto Rockfeller, como um cômico motorista Vitório. Mas em 1970 Plínio Marcos não resistiu e voltou a investir no teatro chegando ate mesmo a vender ingressos para a peça na porta do teatro, e no caso da peça Jesus- Homem, ele mesmo após o espetáculo se sentava com a platéia para conversar chegando ate mesmo a fazer debates intelectuais.
Depois de Reportagem de um Tempo Mau, Plínio Marcos começou a trabalhar na peça “Jornada de um Imbecil” mas a mesma foi impedida de ser apresentada pela censura, o que não deixou Plínio muito feliz.
“Ser impedido de trabalhar, de ganhar o pão de cada dia com o suor do próprio rosto é terrível. Você tem a sensação de que é um exilado no seu próprio país. Eu sei bem como é isso. Penei. Penei muito. A minha sorte é que nunca cortei os laços com as minhas raízes. Fui camelô. Voltei pra rua pra camelar. Não caí. Não bebi. Não chorei. Nem perdi o bom-humor. Mas, sofri mais do que a mãe do porco-espinho na hora do parto, impedido de trabalhar. E ignorado por colegas, que se diziam de esquerda, nas rádios e nas televisões. Mas, deixa pra lá. Essa sujeira sai no mijo, não tenho mágoas.”
Na década de 1980, época da censura, Plínio Marcos sofreu um grande abalo em sua vida, porém com sua intensa produtividade começou a ser requisitado para escrever em vários jornais, (Vale lembrar que ele só fez o primário, mesmo depois de ter passado 10 anos para terminar) e sua criatividade começou a se espalhar pelas suas colunas nos jornais: Última Hora, Diário da Noite, Guaru News, Folha de S. Paulo e Folha da Tarde e também na revista Veja, além de colaborar com diversas publicações, como Opinião, O Pasquim, Versus, Placar e outras.
“Plínio ate pensou em desanimar, mas ele me fez uma surpresa com o que ele fez, ele foi para apresentar dois perdidos em uma noite suja em uma sessão clandestina de teatro, quando se deparou com 5 pessoas e apenas 1 pagante e o mesmo era o “bêbado local” que gargalhou a peça toda, todos achando que Plínio ia soltar os lagartos, mas ele pegou o dinheiro do ingresso que o bêbado compro e disse: “A partir de hoje eu vou viver de teatro neste censurado !” e assim aconteceu, a partir daí Plínio viveu para o teatro e vendendo seus livros na rua gritando: "Olha o livro ruim e barato, eu dou autografo e prometo morrer logo para valorizar o livro" ele era uma figura”Gelson Tsonis – Ator e conhecido de Plínio Marcos
Depois do fim da censura Plínio começou a desenvolver seu lado místico começando a jogar tarô e dando palestras, ao todo foram mais de 150, sempre vestido de preto, com um bastão e uma aura mística de jogador de tarô, quando lhe perguntavam o motivo do bastão ele sempre respondia de uma maneira nada educada.
Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão; estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo.
(Fonte: Site Wikipédia e site oficial do Plínio Marcos)
Como Ronald Biggs se safou ... [legislação brasileira de extradição]
A história de Ronald Biggs e o famoso Assalto ao Trem Pagador são bem conhecidos. Nesse texto pretendo mostrar as leis que salvaram sua pele.
Primeiro, a Grã-Bretanha é uma ilha da Europa formada pela união de três países - Inglaterra, Escócia e País de Gales - mais a Irlanda do Norte. Possui uma história de conflitos de dominação que geraram na população uma cultura contrastante entre a exaltação do poder da Coroa e a rebeldia (é um dos poucos Estados no mundo que ainda é dominado por regime de monarquia), o que poderia explicar um pouco a personalidade de Biggs.
Ronald Biggs nasceu em Lambeth, Inglaterra e, em 1947 se alistou na Royal Air Force, sendo dispensado por deserção dois anos depois. Tornou-se marceneiro, casou-se e teve três filhos. Em 1963, a gangue londrina da qual fazia parte, juntou-se à rival para assaltar o trem do correio que levava os depósitos dos bancos da Escócia para Londres, especificamente, no dia seguinte a um feriado bancário, quando o trem carregaria o depósito de dois dias (valor exorbitante pra época). A maioria dos envolvidos foi presa e Biggs conseguiu escapar em 1965, fugindo para Paris e depois para a Austrália. Ao ser reconhecido trabalhando para uma emissora de televisão, fugiu para o Brasil deixando pra trás esposa e filhos. No Brasil, engravidou sua namorada, uma dançarina de casas noturnas.
De acordo com a Constituição Nacional de 1988, Título II, Capítulo III, Artigo 12, item II, letra b:
"São brasileiros naturalizados os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil, há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira"
E, segundo a Lei nº 6.815/80, Título VIII, Artigo 75, Item II, letra b:
"Não se procederá à expulsão quando o estrangeiro tiver filho brasileiro que, comprovadamente, esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente"
Ou seja, por ser foragido, Biggs não poderia ser naturalizado brasileiro, portanto, não poderia trabalhar com registro legal no país, mas pela ausência de acordos internacionais, tratados ou compromissos recíprocos de extradição entre o Brasil e o Reino Unido, prevaleceu à lei de não-expulsão por extradição regida na lei de situação jurídica de estrangeiro no Brasil.
Não há pagamento melhor que ter seu valor reconhecido! Ir em duas entrevistas de emprego e demonstrar meu diferencial e transparência e ser bem visto em ambas, não importa se conseguindo o emprego ou não, mas interpretar os olhares e comentários como aprovação pelo caminho que escolhi, isso não tem preço! É incrível como nossa vida muda drásticamente quando conseguimos sair da Caverna de Platão, acordar da Matrix que que nos ronda.
A LIBERDADE SURGE DO DESAPARECIMENTO DO MEDO DE RESPONSABILIDADE, ESSE MEDO SÓ DESAPARECE QUANDO PASSAMOS A CONFIAR EM NÓS MESMOS E ACEITARMOS DESAFIOS!!!
Comecei a me sentir estranho, aquilo tudo me parecia muito estranho. O que eu conhecia por realidade estava sendo arruinado aos poucos. Tudo parecia tão fictício, tão improvável e eu alí, sem saber o que fazer, descobrindo que era uma peça do jogo, que fazia parte da loucura antes de nascer, sem opção de escolha. Mesmo inocente meu destino já havia sido traçado. Era maior do que eu podia controlar, maior do que eu podia conceber. Eu estava perdido naquele labirinto de acordos e interesses. As pessoas já não me olhavam normalmente nas ruas, eu sentia em cada lugar que as pessoas sabiam quem eu era e o que tinha feito. Com o tempo aprendi a identificá-los, eu sabia quem fazia parte do plano pelo mesmo jeito de agir, pelas roupas que usava, pelo modo de falar. Os códigos estavam começando a serem revelados pra mim, eu conseguia prevê-los, como uma dízima periódica ou um jogo seqüêncial. Eram eles! Mas quem são eles? Eles sabiam que eu sabia, e me cumprimentavam quando eu olhava. Riam entre si. Apontavam, gesticulavam. E eu só podia prestar atenção em seus movimentos e frases e tentava reproduzí-los, tentava me comunicar com eles. Eu queria que eles entendessem que eu os estava decifrando, que eu podia ser um deles. Eu não queria mais ser manipulado, queria sair do jogo, ser convidado a fazer parte do esquema, queria que percebessem que não apresento perigo, que tenho potencial, que posso ser útil a eles. Eu sabia da conspiração e eles sabiam que eu estava investigando. Eu os estava estudando. Ele voltou estranho, nunca o havia visto assim. Estava abatido, cansado, culpado, com o semblante de quem passou por cima dos próprios valores, da própria moral, mas que não teve escolha. Não consegui descobrir o que ele havia feito, mas os dias que se seguiram foram dos piores da minha vida. Cada dia mais ele se culpava e se irritava e me olhava como um padre inquisidor. Eu era inocentemente culpado! Ele foi ficando mais impaciente, cada dia mais mau humorado e eu sabia que a culpa era minha, mas não sabia por quê. Eu já me sentia sem saídas, sem opções, o que faria? Eu não podia ficar mais alí, estava ficando louco e o estava deixando louco. Mas ele não falava, nada. Não emitia um som, uma palavra, não se pronunciava, só me perguntava o que eu estava fazendo e por que estava fazendo e eu não sabia responder. Como explicar o que eu também não conseguia entender? Eu só queria descobrir e ele pedia pra eu parar. Eu lhe mostrava os símbolos, mostrava que estava descobrindo e que fazia parte do plano e que sabia que ele também. Eu sentia que ele queria fugir daquilo tudo, que havia abandonado tudo e que eu o havia obrigado a voltar para me proteger. Ele queria minha segurança, eu queria seu conhecimento. Ele queria que eu parasse, que ficasse alheio a tudo aquilo, mas eu queria continuar, queria ir mais além, eu sabia que podia superá-lo... queria que ele se orgulhasse de mim! Eu estava dividido, tinha que escolher entre salvá-lo e deixar que me consumisse ou fazer o que é certo e culpar-me pro resto da vida. Qual peso é maior? Qual fardo devo carregar? E se eu só facilitasse as coisas sem precisar me envolver? Mas como eu faria isso? Qual o caminho? Existe um meio termo? Talvez existisse. Depois do ocorrido fiquei me questionando o que teria havido se tivesse escolhido a outra opção, perdi noites remoendo o que fiz e analizando todo o cenário, buscando meios alternativos e encontrei vários, inúmeras possibilidades. Sei que hoje já não teria sentido tanto medo e teria resolvido de forma mais simples, mas não há mais volta e não há mais remédio, simplesmente era pra acontecer assim. Já não me sinto mais tão mal pelo ocorrido, aprendi a aceitar. Não foi fácil, mas foi como aconteceu, fiz uma escolha, a decisão que julguei ser a melhor a ser tomada. Eu não era inocente, mas não foi proposital. Eu não tinha passado por aquilo antes, mas tive que decidir. Não estava sozinho e qualquer das opções teria conseqüências desastrosas. Pessoas dependiam de mim e toda uma História teria sido diferente.
Minha linda, você tem o poder de me salvar quando me sinto perdido. Me conforta quando estou inseguro. Ri das minhas bobagens como se fosse engraçado de verdade, tão linda sorrindo, tão linda brava ou fazendo careta, ou fazendo bico. Apaixonante quando canta, sedutora quando dança... inteligente, simpática, culta... e como nos encaixamos! Como combinamos! Como nos entendemos, nos aprendemos e nos ensinamos... nem acredito como você me aceita doido e bobo como eu sou... bobo apaixonado bobo.
Um raio tímido e curioso de sol espiando pela janela nossos corpos abraçados e cansados, nossas pernas entrelaçadas, enquanto ouvimos as cigarras empolgadas dando bom dia ao som da moda de viola. Um quadro, uma pintura. À meia-luz, em tons pastéis, de traços renascentistas. Seu colo confortável e morno, seu cheiro e a maciez do seu corpo, meu peso, seu sorriso, seus olhinhos apertados... carinha de “xis-dê”.
Adorei o bolo, te ajudar a fazer, comermos vendo filme, tão macio e delicioso, adoçando aquele filme salgado-lacrimal. Doce como seu beijo de amoras maduras em final de feriado, deitados em banco de cimento e olhando árvores... e passamos o dia com sono!
Você que esta ai, na sua casa sem nada pra faze pensando "Bem que poderia ter um joguinho aqui neh?" bem, eu tenho uma solução, aos fãns de jogo de Browser venho trazer 2 dicas de jogos gratuitos que estão crescendo casa vez mais no mundo dos internautas.
O Primeiro é o Ikariam, afinal vc ja penso alguma vez em governa uma cidade? Não! e ser o governador medieval de uma cidade na Grécia? Mais dificil esse neh? bem, o Ikariam traz esta realidade a tela de seu computador, nele vc tem a sua cidade e tem que evoluir ela, de modo que seus cidadões não fiquem tristes, zangados, etc... É permitido tb a construção de colonias para ampliar seu império onde depois de uma certa pontuação vc pode fundar ou participar de uma aliança; Um ótimo Jogo de guerra. E ai? Será que vc consegue manter sua cidade? Se quiser arriscar joga-lo ai vai o link: www.ikariam.com.br
Ja o Segundo é OGame, do mesmo pessoal do Ikariam, a diferença é a época, saimos da idade média com os rituais Dionisiacos [Bacanais xD] e vamos avançar no tunel do tempo chegando ao futuro em OGame, neste jogo vc é imperador de um planeta e tem que fortalece-lo, vc é responsavel pela administração em extração de recursos, defesa do planeta e desenvolvimento de suas pesquisas, tendo a possibilidade de alianças assim como o Ikariam, um jogo de Guerra que permite em certas epocas a guerra Inter-Universal, onde 1 universo inteiro luta contra o outro. E ai? Tem coragem de entrar neste fogo cruzado? Ja escolheu seu lado e seu time? Então mostre sua força em OGame: www.ogame.com.br
Bom existe um livro chamado "A Rosa de Sangue" que ainda esta sendo escrito, porém eu consegui com exclusividade o primeiro capitulo deste primeiro livro que futuramente será uma trilogia, o primeiro livro se chama a Rosa de Sangue, que conta a história de um principe medieval que perdeu o pai no dia de seu casamento e viu seu império afundar, sendo ele um mero "burguesinho" que não tem mais patria, resolve vagar pelo mundo a procura de sua mulher e e da sua honra, acaba se encontrando com um grupo de barbaros que o ensinam a lutar e se juntam a ele na busca pelo que realmente importa, o amor; A história se passa em um mundo de fantasias e alucinações, se vc tem criatividade e muita mas muita imaginação caia de cabeça neste livro que vc vai adorar e viajar, acompanhe a história de Auran Kalil e veja como uma pessoa muda para ter o que consegue, este é A Rosa de Sangue do novato escritor Thiago Venturini:
"Capitulo I
Das lagrimas de alegria ao pranto de tristeza
A
banda entrou na cidade feliz e contente esbanjando sua alegria e felicidade com seus altos trompetes, suas flautas de som doce e refinado que pareciam penetrar a alma trazendo uma tranqüilidade sem igual, o maestro entrava na frente regendo os cantos pelas ruas da cidade que havia parado aquele dia, a felicidade era tamanha que todos fecharam seus estabelecimentos para poder ver o que aconteciam, os gritos eram ensurdecedores, ninguém conseguia controlar tamanha alegria, todos deliravam ao ver os tambores desfilarem, eram tantos e de todos os tamanhos, seu som conduzia a batida do coração de todos, os carros que entravam pelas ruas conduzidos pelos cavalos mais lindos que eu já havia visto tinha artistas de todos os tipos fazendo seus números, algumas acrobatas iam à frente esbanjando charme e glamour, todos estavam felizes e ansiosos para ver o grande casamento... O meu casamento, diziam que é a paz que vai casar, pois seria o fim com este manifesto que se consumia, Beatrix Senestra, a princesa do Reino de Akalum, era minha noiva, o sorriso dela ao meu lado no carro era tão grande que eu sentia sua felicidade ao olhar, eu estava feliz, ela era uma linda princesa, olhos verdes como os jardins de meu palácio, um rosto branco com as bochechas rosadas, seus cabelos longos e castanhos que iam ate a cintura ficavam loiros quando o sol batia neles e refletia uma aura dourada ao seu redor, seu corpo coberto pelo seu vestido fino de seda branca deixaria qualquer homem louco ao ver suas curvas, ela usava uma tiara de prata com uma pequena pedra de ouro detalhada no centro da cabeça, era o sonho de qualquer homem, mas só havia um problema com ela... Eu não a conhecia, era um casamento armado para evitar o mal que estava lá fora, eu estava com minha armadura azul com detalhes em prata, minha capa de seda fina também voava ao bater do vento pelos meus ombros, a brisa era fresca, o céu estava mais azul que nunca, parecia que tudo ate o planeta estava a favor deste casamento, era o dia perfeito para esquecer o que se passava fora da cidade...
Tivemos uma linda cerimônia de casamento que foi conduzida pelo mago e conselheiro de meu pai com direito a números de magia que encantavam e fascinavam a todos, inclusive a mim mesmo, tudo correu bem, eu conseguia ver as lagrimas nos olhos de meu povo, até do soldado que se aproximava correndo em nossa direção desesperado... Mas ele não chorava de felicidade, eu não sabia o que era, ele correu abrindo caminho com uma onda de terror a sua volta, todos ficaram estupefatos com aquilo, ele subiu em um único impulso as escadas do altar e se aproximou em tom confidencial ao Lextor, o mago, na mesma hora o sorriso de Lextor desapareceu de sua face, ele me fitou e me olhou tão fundo nos olhos que pude sentir a pena que ele passava para mim, ele se aproximou e sussurrou de um modo que minha alma estremecia ao ouvir a voz dele:
-Auran... Sinto Muito.
Neste exato momento voltei o olhar para o guarda que veio correndo e o reconheci como da guarda real... Meu pai... É a única coisa que passou em minha cabeça, em um surto de tristeza saquei minha espada e sai correndo rumo ao palácio, as lagrimas corriam pelo meu rosto e eu murmurava sem parar pedindo para que não tivesse acontecido o que eu havia imaginado, o povo se amontoava atraz de mim querendo ver o que havia se sucedido, Beatrix e o guarda estavam loucos atrás de mim, tamanho era meu desespero que havia me esquecido dos degraus da escadaria e escorreguei, cai de joelhos e logo me levantei continuando minha corrida, abri as portas do castelo e corria, por onde passava os guardas da vigia olhavam para mim com dó e abaixavam as cabeças penalizados como se estivessem com vergonha de me olhar, quando finalmente adentrei a sala do trono vi apenas um corpo sentado com uma espada cravada no peito, corri em sua direção e retirei a espada, o corpo já não tinha mais vida, desesperado sacudia e falava com o corpo como se tivesse a esperança dele acordar, de tudo aquilo ser uma piada de mal gosto, não podia estar acontecendo isso, mas estava. Um soldado colocou a mão em meu ombro, não o reconheci no momento, mas me parecia familiar, ele não olhava pra mim e apenas disse:
-Me desculpe Alteza, mas... Ele esta morto. Ele disse para me aliviar.
Algo estava na minha garganta, não podia ser choro porque eu já estava em prantos, era ódio, uma mistura de ódio com tristeza, e de minha boca apenas um grito saiu...
-PAAAAAAAAIIIIIIIIII!
Meu pai estava morto."
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pô, verdade... tem tanta coisa acontecendo ultimamente na minha vida e eu tenho comentado pouco aqui né?! Vou atualizar com o tempo...
Estou montando o projeto de uma ONG para auxiliar pessoas em tratamento do câncer e hoje fui pessoalmente até o Instituto do Câncer perto da Praça da República no Centro de SP... enchi o saco de meio mundo lá dentro!!! XD Ah meu, sabe aquela coisa "quem quer corre atrás" ? ... Pois foi isso que fiz... dae consegui o e-mail do Diretor Administrativo do Instituto... vamos ver no que dá... qqr coisa eu vou até lá encher o saco de novo!!!! XD
"Boa tarde,
Estive hoje aí no Instituto conversando com a Psicóloga Angela e com a Monalisa da Comissão de Ética, por onde consegui seu contato. Estou montando o projeto de uma ONG para palestras de motivação aos pacientes em tratamento, mas surgiram algumas dúvidas burocráticas para dar andamento ao projeto. A idéia da ONG é, a princípio, bem simples: ex-pacientes que seguiram firme o tratamento, superaram a doença e estejam dispostos a transmitir força contando suas histórias em palestras motivacionais no Instituto localizado no complexo da Santa Casa de Misericórdia, no entanto ao consultar minha professora de Sustentabilidade na faculdade, foi levantada a questão de avaliação e aprovação do projeto. A questão girou em torno das palestras causarem um impacto emocional maior que vídeos e apresentações de teatro. Nestes outros casos a questão burocrática seria resolvida fazendo uma apresentação ao Conselho de Ética para avaliação. Conversando com a Angela (psicóloga) e com a Noemi (da Assistência Social) definimos alguns meios de avaliação que podem ser usados: currículo pessoal dos palestrantes para histórico de índole e uma conversa rápida com algum psicólogo do Instituto para uma avaliação psicológica simples. Como não encontrei qualquer informação sobre algum projeto parecido não sei quais seriam as exigências do Conselho de Ética para algo do gênero. Estou solicitando então algum auxílio referente exigências burocráticas para este caso específico. Agradeço imensamente qualquer ajuda pois sou "uma cara com uma idéia na mente e muito amor no coração" tentando suprir necessidades que nossos digníssimos senhores governantes não conseguem, enquanto embolsam nossos impostos e beijam criancinhas em troca de voto.
Laiz Gonçalves de Souza: não entendi a parte do Buzz Lightyear hauahu ah sim! hauahuahauhau
eu: ^^ viu meu e-mail pro Diretor do Instituto do Câncer? acha que ficou bom?
Laiz Gonçalves de Souza: vi sim! tinha acabado de responder quando entrei no orkut e vi vc on vê lá! e eu nem sabia que era o diretor do IC !
eu: é o Diretor administrativo.. aliás... vou ligar pra ele daqui a pouco pra ver se ele saiu da reunião ... vou ligar pra saber se ele recebeu o e-mail..
Laiz Gonçalves de Souza: ...eu não entendo bulhufas do mundo corporativo, mas será que é bom ficar assim "no pé" do cara?
eu: como eu moro aqui perto fui na cara dura lá... ah... é sim... é diferente de quando vc está vendendo alguma coisa.... nem estou pedindo aumento...
Laiz Gonçalves de Souza: é, então... eu não tenho toda essa cara dura
eu: :P
Laiz Gonçalves de Souza: hauahuahauhau
eu: é... quando eu quero uma coisa não sossego!!! XD e sou cara de pau mesmo!!! "Geração Y"
Laiz Gonçalves de Souza: hauahuahauhau
eu: ^^
Laiz Gonçalves de Souza: boa ah, eu sou bem cara de pau pra algumas coisas... mas se é pra me expor assim, profissionalmente, eu não sei ainda nunca tive que fazer isso mas academicamente, eu MORRO de vergonha principalmente aqui, onde as pessoas te julgam pelos seus posicionamentos políticos, suas idéias aí eu prefiro ficar quieta, na minha....
eu: ah... sei bem como é isso... =/ na minha sala o pessoal tbm não vai mto com a minha cara pq eu sou nerd sempre tem aquele professor que não entende a matéria e tá lá pra encher linguiça ... e a gente acaba "ajudando" :P
Laiz Gonçalves de Souza: aqui, se vc não é marxista roxo, é melhor ficar na sua ou então ter uma puta base teórica pradiscussão, senão vc é linxado ideológicamente
eu: afff.... pois eu peito mesmo!!! detesto esquerdista extremo que só fala, faz protestinho e não faz porra nenhuma de concreto!!! são esses babacas metidos a revolucionários que viram políticos e ficam lá só falando e embolsando impostos...
Laiz Gonçalves de Souza: ah, eu to cagando muito grande pros marxistas ortodoxos... galera que quer resolver os problemas do mundo, mas não é capaz de resolver os problemas mais básicos "de casa"... isso me irrita demais!
eu: falou tudo!
Laiz Gonçalves de Souza: não, pior que esses babacas metidos a revolucionários raramente entram na politica, e os que entram ficam sempre fazendo militancia e não vão pra cargos representativos
eu: quer consertar o mundo, comece arrumando a própria cama e pagando as próprias contas!!!
Laiz Gonçalves de Souza: quem chega a embolsar impostos são aqueles que entram na politica visando isso mesmo... vão pro palanque, fazem discurso e ganham eleição pra isso beeem isso... agora... essa galerinha marxista ortodoxa é na verdade um bando de mauricinho sustentado pelos pais que não ta nem aí mesmo em fazer algo de concreto no máximo, vai dar aula em cursinho popular, apoia uma cooperativa aqui e ali... estuda movimentos sociais ah, eu me irrito com punhetagem mental em cima dos problemas alheios sei que na verdade, a "intenção" é dar um apoio teórico pra isso, mas me irrita mesmo assim eu não sirvo pra esse meio
eu: bem... eu sou da política de pensar e fazer... eu era O Loco do colégio... fazia uns protestos meio retardados... pra chamar atenção: lógico!!! mas quando questionado pelos professores sempre tinha um argumento bom pra me safar!!! XD
Laiz Gonçalves de Souza: ah, isso sim... acho super válido eu sempre fui toda quietona... era dificil eu fazer alguma coisa que chamasse atenção... mas o palco sempre me atraiu muito... teatro, dança, música...
eu: como a questão da ONG mesmo... a "razão social" da ONG é "fazer o bem", mas lógico que só tive o empenho de pôr em prática por "responsabilidade social" da empresa... pra imagem?! pelas isenções tributárias?! evidente!!!! já que o governo não faz ele tem a obrigação de bancar quem faz!!!!!
Laiz Gonçalves de Souza: é... nisso não tem como não concordar com certeza uma galera daqui ia meter o pau falando de assistencialismo, intenções egoístas da empresa e o caralho a quatro... mas porra, me dá uma idéia melhor que essa e põe em prática ser critico é uma coisa, outra coisa é fazer alguma coisa pra poder criticar com legitimidade o trabalho dos outros
eu: *_* falou tudo!!! por isso que eu não critico lobbysta... acredito muito mais na política do lobby do que na "luta revolucionária pela igualdade" HIPÓCRITA!!!!!!!
Laiz Gonçalves de Souza: meu, eu tenho cólicas quando eu ouço (e já ouvi muito por aqui) "quando chegar a revolução, blá blá blá...." ¬¬ ..e eu nem sei direito, pra falar a verdade, o que raio é lobbysta, mas a tal da "luta revolucionária pela igualdade" eu ouço falar muito por aqui e pra mim é tudo um monte de discursinho panfletário pronto de robozinho de partido ou de "organizações de luta social"
eu: hauahuah... lobby é a influência política das grandes empresas juntos aos digníssimos senhores políticos... é influência ?! É !!! mas tou me lixando pros "moralistas de plantão"...
Laiz Gonçalves de Souza: aliás, foi por causa dessa galera q eu não fui azer sociologia ou ciencias politicas... eu me estresso com eles demais e a possibilidade de eu ter que lidar profissionalmente com eles depois me dava agonia
eu: são as empresas que movem a economia!!!
Laiz Gonçalves de Souza: bom ai já entra em um ambito que eu acho mega chato de discutir, que envolve ideologia, empiria e opiniões pessoais...
eu: ^^
Laiz Gonçalves de Souza: eu detesto discutir isso pq aí eu tenho que ficar explicando a minha visão e tal... e é uma coisa tão complicada pra mim.. envolve taaaanta coisa... e como eu não quero "converter" ninguém, fico na minha tb...
eu: bem... por isso eu leio Platão!!!! se minha opinião diverge da dos "pensadores recostados" não é por falta de conhecimento... eu penso e faço!
Laiz Gonçalves de Souza: hauahua, nesse ponto eu não me encaixo nem nos "marxistas" nem nos "neo-liberais"... to alí no centro-esquerda...
eu: opa... "o meio campo é o lugar dos craques, que vão levando o time todo pro ataque, o centro-avante o mais importante, que emocionante essa partida de futebol..."
Laiz Gonçalves de Souza: hauahuaua
beeem isso
(e eu lembrei de "centro-avante" tb! hauahuahuahua)
Laiz Gonçalves de Souza é estudante de Ciências Sociais/Antropologia pela Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP. Foi responsável por catalogar os arquivos históricos de correspondência dos exilados brasileiros na II Guerra Mundial e disponibilizou o acesso a esses importantes documentos ao público pela internet.
Trecho de um texto retirado da revista Exame de 26/8/2009 – escrito pelo colunista Marcos Sawaya Jank
“A agenda do clima mudou. Até bem pouco tempo atrás conferências sobre mudanças climáticas atraíam basicamente cientistas e ONGs. Após o estopim da crise financeira global, os governos intensificaram suas ações sinalizando com políticas públicas generosas para tecnologias menos poluentes. Isso trouxe as grandes empresas para o debate. As discussões sobre o clima estão dominadas pelos países industrializados, os grandes responsáveis pelo aquecimento global. Por sua vez, na maioria dos países em desenvolvimento, governos e, sobretudo, empresários, ainda se mostram alheios ao novo cenário, a seus problemas e às suas oportunidades. É muito comum que a imagem que passamos para o mundo seja de florestas em chamas. O desmatamento responde, sozinho, por cerca de dois terços de nossas emissões de gases de efeito estufa, tornando o Brasil, hoje, o quinto maior emissor do planeta. Mas ainda contamos com o outro lado: possuímos uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta e somos ainda um dos grandes removedores de carbono da atmosfera. A produção de energia é uma dessas fronteiras de inovação em que mais avançamos. Temos vantagens que poucos países tem. Por isso, já é hora de a sociedade brasileira encarar o combate às mudanças do clima como uma gigantesca oportunidade.”
Minha conclusão:
O texto segue analisando os pontos que exigem atenção dos empresários referente à Amazônia no que tange ao aproveitamento dos recursos e, ao mesmo tempo, suprir as metas ambiciosas do Plano Nacional sobre Mudanças do Clima, as medidas adotadas pelos governos europeus para conter as emissões, a nova lei do clima proposta pelo presidente americano Barack Obama que está sendo discutida nos EUA e a ferramenta de “compra de crédito de carbono” criada pelo Protocolo de Quioto e as leis e políticas avançadas do Brasil em comparação aos outros países.
No entanto, prefiro ater-me ao significado da palavra ECONOMIA, que pode ser interpretada como estudo da ESCASSEZ de recursos, ou seja, se adotados os princípios de responsabilidade, moderação e equilíbrio em TODOS os aspectos, tudo pode/poderia ser evitado quando de ações ou pessoas físicas ou jurídicas e PRICIPALMENTE públicas que adotam posturas hipócritas e usam a lei e a mídia como escudo para os protestos sofridos.
Essas atitudes são reflexo de uma cultura onde prevalece – não o correto – mas os interesse entre as partes dominantes. Essa política de interesse remete à discussão socrática sobre justiça e injustiça e nos mostra que NUNCA evoluímos desde que inventaram o ato de governar.
Eu diria ainda sobre a “sustentabilidade” que, em termos cíveis, sustento é denominado alimentício, ou seja, faz parte de uma cadeia de necessidades básicas do ser humano, ou ainda, é uma obrigação como saneamento, pois, afinal se você come TERÁ de defecar e só não limpam seus próprios dejetos as PESSOAS INCAPACITADAS.
Senhor Escritor, quem é você sentado sozinho? Quem é você a cometer loucuras? Quem é você que ama com tal intensidade?
Senhor Escritor, que senta ao sol sob a estátua de Villa Lobos e olha as pessoas passarem, quem é você afinal, a admirar estátuas de divas desnudas, teatrais, ao som dos bem-te-vis?
Qual seu nome Senhor Escritor sempre solitário? Qual sua graça?
O sol em posição perpendicular, o céu sem nuvens e a bandeira que arvora onipotente no topo do edifício.
Não chore Senhor Escritor, que sua solidão não há de ser permanente, mas acostume-se para o caso de que o seja.
Será mais nobre em alma sofrer pedras e setas com que nos alveja a sociedade?
Senhor Escritor, seu abraço seguro e sedutor, seu beijo ardente e seu sorriso terno, sua companhia notívaga e sua voz grave, seu toque firme e morno.
Quem é você, Senhor Escritor, que não mede atitudes impulsivas e vai a lugares que desconhece sem saber o que esperar nem a certeza do que vai encontrar, ainda assim o faz, com toda segurança e vontade como poucos? Que nome tem este pássaro que goza de tanta liberdade e confiança para voar por rumos tão incertos e expõe sua alma de tal forma e cativa com tamanha paixão e carinho?
Conte-me sobre sua vida e suas aventuras, histórias inacreditáveis e fantásticas, cada uma tão única, tão desafiadora, tão complexa e rica em detalhes.
Senhor Escritor, que dorme e sonha as lembranças da noite longa de carinho, prazer e luxúria, de deitar abraçado, com o corpo trêmulo e cansado. No ouvido ainda ecoam os gemidos e sussurros e na mente o brilho daquele olhar tão lindo de prazer, o sorriso e o morder de lábios e a boca aberta buscando suprir o ar tão rarefeito naquele instante, ar tão pouco para inflar os pulmões e satisfazer o corpo que queima oxigênio de tão intenso êxtase.
Senhor Escritor, corra e sinta o vento do caminho, a velocidade e as árvores passando, o cheiro da estrada e a poeira, corra sem freio e solte o volante, viva a adrenalina de perder o controle da situação, a insegurança do destino. Senhor Escritor, de alma tão livre e espírito desafiador, de onde vem?
De onde vem essa libélula buscando campos verdes meio à urbe cinzenta de arranha-céus espelhados de vitrais contínuos que acendem alternados quando o céu se torna negro, acusando pessoas que ignoram a existência da libélula voando solitária em busca de algum traço de natureza, pessoas que se esquecem de viver e trabalham em tempo integral escravas de seus vícios.
Senhor Escritor, qual seu vício além de escrever e de amar a vida e de sentir de forma rara e de pensar com altivez e de colocar-se alheio ao mundo que observa, quem é você de verdade?
Que identidade usa no dia a dia, sua senha do banco e suas contas a pagar?
Prova que existe, Senhor Escritor, e mate esta fantasia galanteadora e virtual, traga à realidade seus desejos e sentimentos mais secretos, destrua essa vida incômoda rotineira.
AS LEMBRANÇAS QUE MAIS MARCAM NOSSAS VIDAS SÃO AS ATITUDES LOUCAS E IMPENSADAS QUE FAZEMOS QUANDO TEMOS A NECESSIDADE DESESPERADA DE SENTIR-MO-NOS VIVOS!!!